E agora, por demaseado
No meu eu tresloucado
Inlúcida, Inerte
Naquilo onde tudo se perde
Não, não tenho medo de escuro
E sua verdade não me convém
Quero aquele que vai fundo
E o que não vai também
São palavras jogadas
Já não me importa perder
As papoulas, não muito amadas
Têm quase pouco a dizer;
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Brincar de dizer do meu eu.
A porta está sempre aberta.