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13 de dez. de 2008

- Sobre Maria Flor;

Ainda que verossímil
ela não é realidade
é sonho desbotado
é fuga.

É possível ver
flores em seu sorriso,
borboletas em seu cabelo
e signos em suas mãos.

Um ludíbrio
e você se perde;
Encantante e apaixonada;
apaixonante e encantada.



É pequeno ante a imensidão de coisas que tenho a dizer à ela.
Contudo, não quero me perder no sem fim de adjetivos que tentam, em vão, descrever um pouco dela, um pouco de ser.
Livros de botânica não me ajudariam, e nem milhares de príncipes cantantes, nutridos, ou não, de versos e acordes felizes.
Nada me ajudaria.
Mas, preciso eu de ajuda para dizê-la?
Para descrevê-la, ou cantá-la de forma diferente?
Creio que não, uma vez que, o que sei me basta.
E sei que ela é bonita de admirar, sei também que é parte minha.
Sei que seu colo é fudidamente confortante, e que transtornos obssessivos compulsivos não são nada ante a total falta de lucidez que a compõe.
E gosto dela assim.
Um gostar puro e insano; louco e são.
Leve e intenso; cotidiano e ocasionalmente.
Um gostar amor risonho despenteado.
Sou ambivalente, e ela?

Ahh... ela é a dona do meu jardim.



Um comentário:

  1. Mais uma vez fico toooda emocionada e feliz com suas palavras..
    Fico feliz tb por saber q escolhi bem meus amigos..Brigadinhaaa por tdo!!
    Amooo

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Brincar de dizer do meu eu.
A porta está sempre aberta.