Como se as palavras pudessem alimentar qualquer imagem, como se, ao escrevê-las, eu pudesse expelir tudo que eu sinto.
Algo doce me vem a boca, a medida que ela vai entrando no pensamento. Eu sou o sorriso contínuo de uma alegria única que ela consegue emanar diariamente. Ela não sabe da tristeza, do mau-humor ou da melancolia, não conhece as artimanhas da solidão.
É um todo feliz e criativo que convida a todos pra dançar. Uma eterna salsa.
Criminosa! Isso foi uma tentativa de homicídio!Meu coração quase pára...olha aí, meus óim encheu dágua! Marvada, marvada!...e eu sei das porcarias da solidão pq eu tenho uma de estimação, tbm!Culpa sua,coisa poeta!!Engasguei: não esperava!Que lindo ter vc como amiga, que desastre não te ver sempre!
ResponderExcluirTukim, se eu sou salsa vc é meu compasso. =)
As palavras... vagas como sempre. Tem me encantando a importância do "não falar" no meio de tanta falação. É assim que tenho usado as palavras: para me calar. Escrever para não dizer. Não dizer para fazer sentido.
ResponderExcluirMuito legal aqui!
Bailamos então? rs
ResponderExcluirBjssss