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23 de abr. de 2009

Ela não está sozinha

E quando se lê o doído alheio
pode até pensar em ajudar
mas nada, a parte
ou o meio
tenta em vão nos explicar.

Não saber o que dizer
o normal de não falar
Mas, querer ver
e acariciar,
fazem parte do cuidar.

E desejo a energia
a fluir em compulsão
Vem logo tempo médico
Doutorar tal
coração.


[À minha companheira de taverna.
De quem nada mais tem a dizer [eu].
É incompleto, e as lacunas quem preenche é você.
Com todas os ditos taurinos.]

Um comentário:

  1. Saiba que de fato, incompleto não é, imaginação e entrelinhas fazem de cada verbete tal intenso como nós e a ligação feita.
    Achei lindo, vivo; e tenho certeza que não estou sozinha, por você e por outras, nem que sejam só palavras.
    te amo Tuco!
    e muito obrigado, as palavras certas ina surgirão pra agradecer direito e respostar dignamente!

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Brincar de dizer do meu eu.
A porta está sempre aberta.